Segunda-Feira, 6 de Setembro de 2010 - Presidente: José Cláudio Murgillo
E-mail Corporativo
Cartórios da Regional(26)
  • Altinópolis Cartório Certificado
  • Aramina Cartório Certificado
  • Batatais Cartório Certificado
  • Brodósqui Cartório Certificado
  • Buritizal
  • Cristais Paulista Cartório Certificado
  • Franca - 1º Subdistr. Cartório Certificado
  • Franca - 2º Subdistr. Cartório Certificado
  • Guará Cartório Certificado
  • Igarapava
  • Ipuã
  • Itirapuã
  • Ituverava
  • Jeriquara
  • Miguelópolis Cartório Certificado
  • Morro Agudo Cartório Certificado
  • Nuporanga
  • Orlândia Cartório Certificado
  • Patrocínio Paulista
  • Pedregulho Cartório Certificado
  • Restinga
  • Ribeirão Corrente
  • Rifaina
  • Sales Oliveira Cartório Certificado
  • São Joaquim da Barra
  • São José da Bela Vista

  • Perfil do Diretor Regional


    Uma vida inteira dedicada ao Registro Civil das Pessoas Naturais. Não há outra forma de definir a relação do Oficial de Registro Civil das Pessoas Naturais de Batatais e seu cartório. Há nada menos que 46 anos, Wilian Furlani acompanha a vida diária da cidade, quem nasce, quem morre, quem casa. "Dá para dizer que a maior parte da população de Batatais tem uma assinatura minha dentro de sua casa. Seja um nascimento, um casamento ou um óbito", diz orgulhoso o Oficial. A trajetória de Furlani na serventia de Batatais iniciou-se em 1º de abril de 1958. Apesar do dia suspeito, ele garante que não é mentira. "Trabalhava como auxiliar do cartório de Notas de Batatais, até que um belo dia recebi o convite para vir para o Registro Civil. Aceitei e estou aqui até hoje", lembra. "O Registro Civil é minha vida, me sinto melhor aqui do que na minha casa", completa.O cartório de Batatais foi instalado em 1889, mas incrivelmente possui livros de 1876, onde aparecem registros de escrituras de compra e venda de escravos. Apesar da antiguidade da serventia, quem visita as novas instalações do cartório, percebe que a história fica restrita apenas ao arquivo. Em 1992, Furlani terminou de construir o prédio onde o cartório encontra-se atualmente instalado. "Para mim foi uma grande satisfação deixar o Fórum e vir para esta nova casa. Ela é espaçosa, tem vários cômodos e deu para instalar o cartório do jeito que planejava", ressalta. No entanto, foi em suas novas instalações que o Oficial viveu os momentos mais complicados de sua carreira. "Sem dúvida nenhuma a época da gratuidade foi dolorida demais para os Oficiais. Tinha mês que tínhamos que colocar dinheiro do bolso para manter o cartório", afirma. "Mas esta fase também passou, em grande parte devido ao trabalho da Arpen-SP e de seus diretores que conseguiram algo que para muitos era quase impossível". Aparentemente calmo, Wilian só se sente incomodado quando pais vão ao cartório registrar seus filhos com nomes estapafúrdios. "As vezes as pessoas pensam só em satisfazer a sua vontade, sem se preocupar com o futuro do filho, que mais tarde terá que arcar com este nome para o resto de sua vida", costuma dizer, apontando para um dizer que está afixado em seu cartório. "Já recebi ordens da juíza para não grafar letras que não existam em nosso alfabeto", completa o Oficial que costuma comprar livros com a origem dos nomes para orientar melhor as partes.

    Dados da Sede Regional


    O pólo calçadista de Franca

    Franca: 300 mil habitantes, mais de mil indústrias de sapatos, quatro instituições de ensino superior, várias unidades de saúde, dois shoppings e um setor comercial que atende a todas as necessidades por bens e serviços diversos. Os números relativos a Franca são grandiosos, realidade distinta da encontrada na maioria das cidades da região, onde faltam trabalho, lazer, ensino superior e tratamentos específicos na área da saúde. Diante desse quadro, a Capital do Calçado se tornou um ponto de referência para os pequenos municípios que a circulam. Por isso, não é exagero dizer que Franca é tida como uma "mãe" pelos municípios da região. Afinal, mesmo sendo menores, essas localidades enfrentam problemas sociais e econômicos tanto quanto os grandes centros. E eles são amenizados pela capacidade francana em atender quem lhe procura. Isso faz da proximidade com Franca uma grande vantagem na medida em que podem ter a solução para a maioria de seus problemas. Em 2003, Franca completou 179 anos. Ainda é jovem. Talvez por isso tenha tanto a aprender. Com renda per capita de R$ 5 mil e mais de 500 fábricas de calçados, o município conta hoje com uma economia que o classifica como um dos trinta maiores do Estado (entre os cem maiores do país). As exportações, só no setor coureiro-calçadista, ultrapassam os US$ 100 milhões.

    Jornal Regional de Franca

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    Diretoria Regional de Franca


    Wilian Furlani, Diretor regional de Franca

    Diretoria Regional de Franca


    • Diretor Regional: Wiliam Furlani

    • Endereço: Rua Prudente de Moraes, 160

    • Bairro: Centro - Batatais

    • CEP: 14300-030

    • Telefone: (0xx16) 3761-7444

    • Fax: (0xx14) 3761-7444

    • Cidades: 25

    • Cartórios: 26

    • Distritos: 0

    • Subdistritos: 2 (Franca - 1º e 2º Subdistritos)
      OBS.: Os cartórios das cidades de Altinópolis e Brodósqui foram, a pedido do diretor regional, transferidos para a regional de Franca. Originariamente pertenceriam a regional de Ribeirão Preto.

    • Comarcas: 11 (Batatais - 2 cartórios; Altinópolis - 1 cartório; Nuporanga - 2 cartórios; Orlândia - 2 cartórios; Franca - 6 cartórios; São Joaquim da Barra - 2 cartórios; Patrocínio Paulista - 2 cartórios; Ituverava - 2 cartórios; Pedregulho - 3 cartórios; Igarapava - 3 cartórios; Miguelópolis - 1 cartório)

    • Cartórios Informatizados: 26

    • Cartórios Conectados a Internet/Intranet: 26

    • Cartórios Não-Conectados via Intranet: 0 (Todos os cartórios da Regional estão cadastrados)

    • Cartórios com Certificados de Qualidade: 13
      Pedregulho, Cristais Paulista, Batatais, Franca - 1º Subdistrito, 2º Subdistrito, Aramina, Miguelópolis, Guará, Sales Oliveira, Morro Agudo, Orlândia, Altinópolis, Brodosquio





    Eventos da Regional de Franca


    DATA EVENTO SESSÃO DE FOTOS
    05/03/2005 Curso de Grafotécnica Curso de Grafotécnica (Parte I)
    Curso de Grafotécnica (Parte II)
    05/07/2008 Curso de Grafotécnica Curso de Grafotécnica

    Agenda de Cursos 2008
     
     
     
     
     
     
    Cidades da Regional
     
  • Alto Porã 
  • Aramina
  • Batatais  
  • Buritizal
  • Capivari Mata
  • Cristais Paulista
  • Franca - 1° Subdistrito
  • Franca - 2° Subdistrito
  • Guará
  • Igaçaba 
  • Igarapava
  • Ipuã
  • Itirapuã
  • Ituverava
  • Jeriquara
  • Miguelópolis
  • Morro Agudo
  • Nuporanga
  • Orlândia
  • Patrocínio Paulista
  • Pedregulho
  • Pioneiros 
  • Restinga
  • Ribeirão Corrente
  • Rifaina
  • Sales Oliveira
  • São Joaquim da Barra
  • São José da Bela Vista
  • História da Sede Regional

    A origem desta importante cidade paulista é contada em duas versões mais ou menos diferentes. De um lado, Franca teria nascido de um entreposto comercial, estabelecido na beira da rota do Sal, estrada aberta no início do século XVIII e que levava o sal marinho e outros produtos às povoações do interior de São Paulo e Minas Gerais, onde se criava gado vacum. O sal proviria do porto de São Vicente, para onde era destinada a produção salineira do País, situada, principalmente, no Nordeste. Quando começou a ser povoada, por volta de 1750, a localidade se chamaria, sugestivamente, Arraial Bonito do Capim Mimoso. Já na versão do historiador francano José Chiachiri Filho, a história da Franca - referida pelos munícipes sempre com o artigo "a" - se inicia com a rota denominada Belo Sertão da Estrada dos Goiazes, que se estendia do rio Pardo até o rio Grande. Ou seja, o núcleo populacional que deu origem à freguesia teria se distinguido dentre vários outros pousos, fundados por bandeirantes, miscigenados com os índios caiapós; e que, na verdade, demandavam principalmente a Vila Boa de Goiás. De qualquer forma, a freguesia e, mais tarde, a Vila Franca, iria abranger toda a região conhecida como Belo Sertão, isto é, do rio Pardo ao rio Grande. Com a criação da freguesia, em 1805, porém, o nome Arraial Bonito do Capim Mimoso desaparece e é substituído por Franca, denominação que adviria do sobrenome do capitão-general e décimo terceiro Governador da Capitania de São Paulo, José da Franca e Horta. Em 1821, Franca consegue sua emancipação política, passando a se chamar Vila Franca d'El Rey, nome que, em 1824, será alterado para Vila Franca do Imperador, e aí como preito à independência brasileira, conquistada em 1822 por intermédio de Dom Pedro I. A simplificação para Franca se daria em 1856, quando o lugar recebeu foros de cidade, emancipando-se de Mogi-MirimSuas principais atividades econômicas são a agropecuária, o setor de comércio e serviços e, principalmente, a Indústria de Calçados, tornando a cidade um dos principais pólos exportadores do país. A cidade possui diversos pontos históricos, como a Cadeia Pública, construída na década de 10, que tinha por finalidade abrigar a Cadeia Pública Municipal, edificada com alvenaria de cerâmica e telha francesa, situa-se no centro da cidade, o colégio Champaghat, fundado pelos padres maristas, durante décadas formou jovens em regime de internato e semi-internato, a Estação Ferroviária, Construída em 1887 pela "Mogiana", trata-se do prédio tombado mais antigo da cidade, o qual passou por reformas em 1937. Sua desativação iniciou-se em 1971, mas só se deu efetivamente, com a retirada dos trilhos da linha de ferro em 1977. Desde então vem abrigando setores de prestação de serviços diversos do poder público municipal. Atualmente passa por reformas para sediar os diversos conselhos municipais da cidade, bem como o centro cultural do município. Tombado por Lei municipal. O Museu Histórico "José Chiachiri" com sua construção em estilo gótico, data de 1896, tendo sido erguido para servir de Cadeia Pública e Fórum. Posteriormente sediou a Câmara e a Prefeitura do Município. Abriga desde 1970 o museu histórico. Seu acervo conta com 3.654 objetos. Possui ainda em seu acervo exemplares de jornais da cidade do período de 1881 a 1995, biblioteca de apoio com 2.193 exemplares, mapoteca e iconográficos com 3.382 fotos. Tombado através de Lei Municipal e o Relógio do Sol, localizado na praça central da cidade, foi o primeiro construído no país, e só a França possui outro igual. Foi construído pelo Frei Germano Arnecy, em mármore de Carrara, no ano de 1886. Tombado através de Lei Municipal e Estadual, são outros pontos que merecem ser visitados.

    Nº de Visitas: 12581996

    arpensp@arpensp.org.br

    Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo

    Praça João Mendes, 52 - conj. 1102 - 11º andar - Centro - São Paulo - SP - CEP 01501-000

    Fone: (55 11) 3293-1535 - Fax: (55 11) 3293-1539