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Cartório da Consolação

Registro Civil das Pessoas Naturais do 7º Subdistrito da Capital - Consolação

  • Oficial: Adegar Fiori

  • Oficial Substituto: Ruth Pucci Fiori

  • Endereço: Av. Angélica, 2.168

  • Bairro: Consolação

  • CEP: 01228-200

  • E-mail: cartconsolacao@uol.com.br 

  • Telefone: (0XX11) 3881-4555

  • Fax: (0XX11) 3881-4555.

  • Horário de Funcionamento: De segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, e aos sábados das 9h às 12h.

  • Instalação do Cartório: 1888
  • Serviços: Nascimentos, Casamentos, Óbitos, Procurações, Autenticações e  Reconhecimento de Firmas

  • Links Úteis: http://portal.prefeitura.sp.gov.br/subprefeituras/spse

  • ESTE CARTÓRIO CONTA COM O CERTIFICADO DE QUALIDADE DA ARPEN-SP



    Um bairro em eterna transformação

    Poucos bairros da cidade de São Paulo passaram por tantas modificações como o bairro da Consolação. De pantanal desabitado no início do século à refúgio de famílias nobres e matriarcais que comandaram o desenvolvimento da antiga Vila de Piratininga, tornando-se finalmente local de estabelecimentos não muito aprazíveis, tais como casas de massagem e inferninhos. Este é o bairro da Consolação, que até hoje guarda em seu seio o contraste das mansões de Higienópolis, um dos bairros mais nobres da Capital, a tradição do Pacaembú, com suas praças e o estádio Paulo Machado de Carvalho, e chamada "boca do lixo", local onde garotas de programa tomam as ruas cercadas por boates com seus luminosos vermelhos e guarda costas de terno preto.


    É em meio a esta miscigenação que se encontra o cartório do 7º Subdistrito da Capital - Consolação, que há três anos optou por se estabelecer na Avenida Angélica, um dos mais nobres e movimentados corredores da capital. "Estávamos um pouco acanhados no outro estabelecimento, então optamos por vir para um espaço maior, que possibilitasse abrigar melhor as acomodações da serventia e oferecer mais conforto ao público", explica o Oficial Aldegar Fiori, que tem muito a ver com esta grande mistura de seu bairro. Aldegar é natural da pequena cidade de Lutécia, região de Marília e iniciou seu trabalho em cartório logo cedo "varrendo o chão da serventia". Alguns anos como auxiliar e depois escrevente do cartório deram a experiência necessária para que em 1957, prestasse concurso e assumisse a serventia de Cruzália, também na região de Marília.


    "Trabalhar no interior tem muitas peculiaridades, mas quando estamos em São Paulo isso nem dá para ser notado, afinal na capital convivem pessoas de todos os lugares do país", diz o Oficial. O passo seguinte foi chegar, através de remoção, ao cartório de Paraguaçú Paulista, sede da comarca e importante cidade da regional de Marília. A esta altura, o bairro da Consolação já sofria suas inúmeras transformações. As tradicionais famílias paulistanas iam deixando o centro da cidade e se afastando para bairros como Higienópolis, Campos Elísios e Pinheiros e a área que cercava a antiga Igreja de Nossa Senhora da Consolação foi sendo tomada por novos habitantes. Saias de borracha, saltos altos, painéis coloridos e o grande movimento noturno caracterizaram a região como a "boca do lixo", expressão consagrada no cinema novo, pelo cineasta Gláuber Rocha.


    Apesar de toda a transformação, ao passar pelo concurso em 1988, Aldegar Fiori, manteve-se firme no propósito de assumir a serventia da Consolação, restaurar seus arquivos, informatizar a serventia e melhorar suas instalações. Hoje, 12 funcionários são os responsáveis por todo o atendimento no cartório, inclusive o próprio Oficial. "Não fico em sala nenhuma aqui no cartório. Estou sempre no balcão, em contato com as pessoas, procurando resolver seus problemas. Este é o meu grande prazer no Registro Civil, o fato de manter um contato estreito com o público", diz Aldegar, que reconhece não ter perdido o contato com sua terra natal. "Todo o final de semana volto para Paraguaçú Paulista, pois lá estão minhas raízes", completa.




     


  • Imagens do Cartório
     
     



     



    Consolação

    População:
    54.305 hab
    Área: 3,7 km2
    Densidade pop: 17.920



    Cemitério da Consolação

    Cemitério da Consolação é o mais central e importante cemitério da cidade de São Paulo, tendo sido fundado em 10 de julho de 1858 com o nome de Cemitério Municipal, visto que foi o primeiro cemitério público da cidade.

    Em seus primeiros anos, o Cemitério da Consolação era o lugar de sepultamento de pessoas de todas as classes sociais, incluídos os escravos. Já a partir do século XX, o cemitério passa a receber quase que exclusivamente a pessoas da alta classe média e da burguesia - notadamente os nouveaux riches - devido ao loteamento dos terrenos em jazigos perpétuos vendidos pela prefeitura.

    Desde então, o cemitério abriga túmulos de personalidades e famílias ilustres da sociedade brasileira e paulista, sendo também referência em arte tumular no Brasil, com importantes obras de arte de escultores como Victor Brecheret, Nicola Rollo, Luigi Brizzolara e Galileo Emendabili.

    No Cemitério da Consolação encontram-se os restos mortais de personalidades como a Marquesa de Santos, Monteiro Lobato, Tarsila do Amaral, Ramos de Azevedo, Ademar de Barros, Antoninho da Rocha Marmo, Mário de Andrade e Oswald de Andrade. Um dos destaques do cemitério é o colossal mausoléu da família Matarazzo, que segundo jornalistas da época de sua construção, teria custado praticamente o mesmo que o Hospital Umberto I.

    Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo
    Praça João Mendes, 52 - conj. 1102 - 11º andar - Centro - São Paulo - SP - CEP 01501-000
    Fone: (55 11) 3293-1535 - Fax: (55 11) 3293-1539

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