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Cresce o interesse dos araraquarenses por dupla cidadania

Publicado em: 14/11/2017
Passados sete meses do início da prática de Apostilamento pelos Cartórios – legalização de documentos brasileiros para utilização no exterior para obtenção de dupla cidadania, entre outros fins – como estudar ou exportar produtos para o exterior – os Cartórios de Araraquara já realizaram quase mil legalizações.

O número é maior do que o total de Estados como Tocantins, Amapá ou Acre que já operam há um ano em suas capitais. O Estado de São Paulo já conta com 302.480 documentos certificados. No Brasil o número ultrapassa a marca 1 milhão, em um período de um ano de prática do ato pelos cartórios nas capitais.

Dados de universidades portuguesas, por exemplo, mostram um aumento significativo e recente na busca de brasileiros por graduação e pós-graduação no País. Só no Consulado Geral de Portugal em São Paulo, por exemplo, o volume de pedidos de visto de estudante nos primeiros cinco meses de 2017 foi 148% maior do que o mesmo período de 2016. Já as solicitações de vistos de residência para estudos de mais de um ano aumentaram 320%.

Regulamentada em agosto de 2016 pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a Convenção da Apostila da Haia agiliza e facilita o processo de legalização de documentos para que os mesmos tenham validade para uso no exterior. O tratado envolve 112 países e foi assinado pelo Brasil em 2015. 

Entre os principais documentos que podem ser legalizados em Cartório para ter validade no exterior estão principalmente aqueles relacionados à obtenção de dupla cidadania, como as certidões de nascimento, casamento e óbito, além de diplomas universitários, atestados de antecedentes criminais, procurações, escrituras, matrículas de imóveis, documentos pessoais e administrativos, declarações oficiais em documentos privados, reconhecimento de assinatura, contratos, entre outros.

Até a delegação deste serviço aos Cartórios, para um documento público ter validade no exterior era preciso submetê-lo a uma série de etapas, como a tradução juramentada, a autenticação no Ministério das Relações Exteriores (MRE) e depois reconhecer a autenticação em uma embaixada ou consulado do País estrangeiro, em processo que demorava meses. Agora, basta apenas ir ao Cartório para sair com o documento validado.

Fonte: Portal Morada
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