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05 de Novembro de 2009
Gemalto investe R$ 10 milhões em fábrica no PR para desenvolvimento de tecnologias para chips e documentos de identidade
A Gemalto, líder mundial em segurança digital, está investindo R$ 10 milhões na fábrica brasileira localizada no município de Pinhais, na Grande Curitiba. Estes recursos visam o desenvolvimento de novas tecnologias, entre as quais a fabricação de um micromódulo que abriga o chip dos cartões. Atualmente, apenas as fábricas da Gemalto da França e Singapura produzem este dispositivo.
Outro segmento do mercado brasileiro que desperta o interesse da Gemalto é a confecção das novas carteiras de identidade, que reunirão todas as informações pessoais, como o número do CPF, título de eleitor, tipo sanguíneo e estatura, armazenados num chip. Para emitir a nova identidade, os estados passarão a ter os mesmos equipamentos e os dados essenciais serão mandados para uma central que formará o Cadastro Nacional Único. Sempre que alguém for tirar o documento, os institutos de identificação estaduais farão uma consulta online a essa central para que cada brasileiro tenha apenas um número de identidade.
Segundo o CEO da Gemalto, Oliver Piou (foto), que reuniu um grupo de jornalistas na fábrica de Pinhais nesta quarta-feira (4) para falar dos planos e serviços da empresa no Brasil, a companhia participará da licitação e terá condições de fornecer os 140 milhões de documentos de identidade que o governo brasileiro pretende substituir em nove anos. Se a Gemalto vencer esta licitação, a fábrica de Pinhais deve aumentar a sua capacidade, assim como o número de funcionários. Hoje trabalham nesta unidade, 530 funcionários, a maioria residente no município de Pinhais.
De acordo com Oliver Piou, em todo o mundo, a Gemalto atende 50 governos com a produção de carteiras de identidade, passaportes e habilitação, que utilizam um chip de segurança. Na Grã-Bretanha, por exemplo, de acordo com estudos do Home Office Identity Fraud Steering Committee, as perdas para a economia britânica com fraudes relacionadas com identidade giram em torno de 1,7 bilhão de libras por ano ou o equivalente a R$ 4,7 bilhões. No Brasil, estima-se que a falsificação de carteiras de identidade seja responsável por mais de 70% dos golpes nos bancos e instituições comerciais.
A Gemalto está em Pinhais desde 1999, quando adquiriu a Schlumberger. A empresa, resultado da fusão entre a Gemplus e a Axalto em 2006, emprega mais de 10 mil pessoas de 90 nacionalidades. A companhia possui 17 unidades de produção, 30 centros de personalização, 9 centros de pesquisa e desenvolvimento e 75 escritórios de vendas e marketing em todo o mundo.
A Gemalto expandiu-se para além de suas tradicionais raízes no mercado de cartões inteligentes e agora está focada em criar soluções ponta-a-ponta para segurança digital, incluindo o desenvolvimento de software e middleware, desenho e produção de dispositivos pessoais seguros e vários serviços de implementação. Atualmente, mais de 2 bilhões de usuários já usam um produto Gemalto de algum tipo. Na fábrica de Pinhais são produzidos cartões GSM para o setor de telefonia, cartões bancários com ou sem chip, cartão vale transporte de Curitiba, cartão para metrô, cartão de proximidade para empresas e universidades. Também já está sendo testada a tecnologia para a produção das novas carteiras de identidade. Hoje a capacidade é para produção de mais de 200 mil documentos/mês.
De acordo com Oliver Piou, o faturamento global da Gemalto em 2008 foi de 1,68 bilhão de euros, dos quais o Brasil respondeu com um porcentual de 6%. No primeiro semestre deste ano as vendas somaram 800 milhões de euros. O lucro em 2008 atingiu 160 milhões, sendo que para este ano a projeção é de uma lucratividade de 180 milhões de euros.
Outro segmento do mercado brasileiro que desperta o interesse da Gemalto é a confecção das novas carteiras de identidade, que reunirão todas as informações pessoais, como o número do CPF, título de eleitor, tipo sanguíneo e estatura, armazenados num chip. Para emitir a nova identidade, os estados passarão a ter os mesmos equipamentos e os dados essenciais serão mandados para uma central que formará o Cadastro Nacional Único. Sempre que alguém for tirar o documento, os institutos de identificação estaduais farão uma consulta online a essa central para que cada brasileiro tenha apenas um número de identidade.
Segundo o CEO da Gemalto, Oliver Piou (foto), que reuniu um grupo de jornalistas na fábrica de Pinhais nesta quarta-feira (4) para falar dos planos e serviços da empresa no Brasil, a companhia participará da licitação e terá condições de fornecer os 140 milhões de documentos de identidade que o governo brasileiro pretende substituir em nove anos. Se a Gemalto vencer esta licitação, a fábrica de Pinhais deve aumentar a sua capacidade, assim como o número de funcionários. Hoje trabalham nesta unidade, 530 funcionários, a maioria residente no município de Pinhais.
De acordo com Oliver Piou, em todo o mundo, a Gemalto atende 50 governos com a produção de carteiras de identidade, passaportes e habilitação, que utilizam um chip de segurança. Na Grã-Bretanha, por exemplo, de acordo com estudos do Home Office Identity Fraud Steering Committee, as perdas para a economia britânica com fraudes relacionadas com identidade giram em torno de 1,7 bilhão de libras por ano ou o equivalente a R$ 4,7 bilhões. No Brasil, estima-se que a falsificação de carteiras de identidade seja responsável por mais de 70% dos golpes nos bancos e instituições comerciais.
A Gemalto está em Pinhais desde 1999, quando adquiriu a Schlumberger. A empresa, resultado da fusão entre a Gemplus e a Axalto em 2006, emprega mais de 10 mil pessoas de 90 nacionalidades. A companhia possui 17 unidades de produção, 30 centros de personalização, 9 centros de pesquisa e desenvolvimento e 75 escritórios de vendas e marketing em todo o mundo.
A Gemalto expandiu-se para além de suas tradicionais raízes no mercado de cartões inteligentes e agora está focada em criar soluções ponta-a-ponta para segurança digital, incluindo o desenvolvimento de software e middleware, desenho e produção de dispositivos pessoais seguros e vários serviços de implementação. Atualmente, mais de 2 bilhões de usuários já usam um produto Gemalto de algum tipo. Na fábrica de Pinhais são produzidos cartões GSM para o setor de telefonia, cartões bancários com ou sem chip, cartão vale transporte de Curitiba, cartão para metrô, cartão de proximidade para empresas e universidades. Também já está sendo testada a tecnologia para a produção das novas carteiras de identidade. Hoje a capacidade é para produção de mais de 200 mil documentos/mês.
De acordo com Oliver Piou, o faturamento global da Gemalto em 2008 foi de 1,68 bilhão de euros, dos quais o Brasil respondeu com um porcentual de 6%. No primeiro semestre deste ano as vendas somaram 800 milhões de euros. O lucro em 2008 atingiu 160 milhões, sendo que para este ano a projeção é de uma lucratividade de 180 milhões de euros.