Boletim Classificador

Acesse

Boletim Eletrônico

Cadastre-se
Busca

Clipping – Infor Channel - Quarentena e LGPD fazem duplicar o uso de assinatura eletrônica e certificação digital

Publicado em: 26/11/2020
Trabalho remoto e novas regras de proteção dos dados pessoais impulsionam a digitalização de processos documentais, segundo a SigniFlow

A SigniFlow Américas, fornecedora de plataformas de emissão e gestão de documentos e assinaturas digitais, registrou aumento considerável no seu faturamento durante os meses de isolamento social imposto pela pandemia da Covid-19. O resultado foi impulsionado pela adoção do trabalho remoto, acompanhado pela necessidade das empresas de se adequarem às novas regras de proteção de dados pessoais da LGPD, o que levou muitas organizações empresariais a trocarem o papel pelos processos digitais.

O volume de negócios da SigniFlow, segundo Laila Robak, CEO da companhia, está acima do esperado e a empresa teve que ampliar as suas equipes para atender a demanda. Antes da pandemia era comum ver a circulação de documentos em papel nas empresas e com a adoção do trabalho remoto isolamento social as empresas foram levadas a investirem em novas rotinas e na melhoria da proteção das informações. A digitalização documental cresceu e, com ela, a necessidade de validação deste material para que fosse garantida a sua legalidade nos meios eletrônicos.

“Este nosso mercado já vinha crescendo bastante nos últimos anos em todo o mundo, com uma previsão de chegar a US$ 8 bilhões em 2027 . As contas foram refeitas e as cifras devem agora chegar a US16 bilhões em 2027. Aqui no Brasil, somente este ano, o mercado ICP-Brasil teve um crescimento de mais de 20% com um crescimento de cerca de 50% em certificados ativos comparados a 2019 e as pessoas e empresas estão gostando da desburocratização dos processos promovida pela digitalização documental, o que deverá fazer aumentar os investimentos na área e gerar novos empregos no setor”, comenta Laila Robak.

Os resultados para a SigniFlow foram possíveis, segundo a executiva, porque a empresa oferece uma solução que garante a conformidade com todos os padrões regulatórios relativos à segurança e proteção de dados da indústria, além de oferecer servidor dedicado no Brasil e total suporte a certificados ICP Brasil e Internacionais, uma frequente escolha de empresas brasileiras, e demanda da LGPD e de outros marcos regulatórios.

“Esta flexibilidade facilita a tomada de decisão por parte das empresas que buscam resolver os seus desafios operacionais. Não adianta digitalizar tudo se não há controle sobre o que está sendo feito e o resultado não está alinhado com a governança de segurança exigida pelos padrões regulatórios, como a GDPR e LGPD. A proteção de dados vai muito além da transformação do papel em digital”, reforça ela, “ela está em conjunto com a validação e autenticação da identidade no que se trata de consentimento e tratamento de dados, o núcleo do LGPD, afinal de contas, de que vale um consentimento em um documento se a identidade não for provada, ou a autenticidade do documento no momento da assinatura?”.

Como no Brasil, a LGPD exige a proteção dos dados pessoais, a executiva vê nessa movimentação do mercado para adequação às novas regras outro fator que está impulsionando a adoção das assinaturas e certificação digital. O “turbilhão” provocado pela pandemia da Covid-19, onde todo mundo foi para o trabalho remoto, reforçou essa necessidade, na avaliação de Laila Robak. “Afinal, processos em papel realizados desde casa não têm a garantia de arquivamento correto, acesso limitado ou eliminação adequada, e a digitalização acabou sendo acelerada e ganhou um peso importante neste cenário”.

“Ficou bem claro que o papel não foi resistente à pandemia e não deu uma resposta à altura para as necessidades das empresas neste momento crítico. O digital está vencendo este embate. Além de ser anti-higiênico, e não colaborar com o ambiente, o papel se mostrou ineficiente durante esta crise causada pela pandemia pois tampouco sabemos onde se encontram as pessoas para envio postal, e a impressão de documentos tem alto risco de segurança por sua falta de controle, o que vai contra a nova Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais”, sentencia Laila Robak.

Fonte: Infor Channel
Deixe seu comentário
 
 
393976

Código de Conduta da Arpen-SP


  1. O site da Arpen-SP incentiva o debate responsável. Está aberta a todo tipo de opinião. Mas não aceita ofensas.
    Serão deletados comentários contendo:
    • - Insulto
    • - Difamação
    • - Manifestações de ódio e preconceito
  2. É um espaço para a troca de idéias, e todo leitor deve se sentir à vontade para expressar a sua.
    Não serão tolerados:
    • - Ataques pessoais
    • - Ameaças
    • - Exposição da privacidade alheia
    • - Perseguições (cyber-bullying) e qualquer outro tipo de constrangimento
  3. Por questões de segurança, não serão aceitos comentários contendo comandos, tags ou hiperlinks.
    Se desejar indicar algum site, digite o endereço textualmente.
    Por exemplo: http://www.arpensp.org.br
  4. Incentivamos o leitor a tomar responsabilidade pelo teor de seus comentários e pelo impacto por ele causado: informações equivocadas devem ser corrigidas, e mal entendidos, desfeitos.
  5. O site defende discussões transparentes. Não se dispõem a servir de plataforma de propaganda ou proselitismo, de qualquer natureza.
  6. Dos leitores, não se cobra que concordem, mas que respeitem e admitam divergências, que acreditamos próprias de qualquer debate de idéias.
  7. Ao critério da administração do site, serão bloqueados participantes que não respeitarem este conjunto de regras.

Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo
Praça João Mendes, 52 - conj. 1102 - 11º andar - Centro - São Paulo - SP - CEP 01501-000
Fone: (55 11) 3293-1535 - Fax: (55 11) 3293-1539
E-mail: arpensp@arpensp.org.br

Nº de Visitas: 143.228.074
Copyright © Assessoria de Comunicação da Arpen-SP

Artigo - CCN: novo módulo do e-Notariado centraliza cadastro de pessoas e previne fraudes - por Joelson Sell

LEIA MAIS